"Machadiana" que sou, acredito que a opinião pública se divide entre graves e frívolos.
Aqueles que se recusam a adaptar-se às novas mudanças do século são vistos, sob minha visão, como graves. Meramente, os que não se interessam, frívolos.
Onde ficaria o indivíduo em meio à opinião pública?
Um ser social, não vive sozinho, por mais que se sinta à vontade para tal. Necessita expressar algum zelo. É no aconchego familiar que se inicia o pensamente crítico de um indivíduo. Os patriarcas são quem geralmente expressam a primeira opinião, cabe as próximas gerações continuarem o legado.
Direito de escolha, liberdade de expressão? Meramente consciente em um admirável mundo novo. Diariamente, ganhamos novas informações cujo governo infiltra-se na mente das pessoas através da mídia televisiva, e acabam mudando a opinião pública.
Enfim, pra que serve a opinião pública?
Livre arbítrio é questão de escolha.
Revolta, talvez.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Mera lembrança...
Brandas recordações me consolam... se eu pudesse revigorar o que me fora concedido.
Voltar.
Doce alvitre.
Imune as inúmeras cizânias, hoje, regresso.
Nostálgico.
Voltar.
Doce alvitre.
Imune as inúmeras cizânias, hoje, regresso.
Nostálgico.
Meu anseio.
Sentimento, de forma genérica, são informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam.
O que se exige de outro alguém é o sentimento íntimo, impiedoso. Que fala, mas outrem cala.
Pede-se um mundo novo, utópico, ideia que outrora não fora correspondida. Dentre instâncias de momentos súbitos de afeição.
Corresponder-me-ia se obtivesse a quem.
O que se exige de outro alguém é o sentimento íntimo, impiedoso. Que fala, mas outrem cala.
Pede-se um mundo novo, utópico, ideia que outrora não fora correspondida. Dentre instâncias de momentos súbitos de afeição.
Corresponder-me-ia se obtivesse a quem.
Outrora, Capitu.
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